Uma função de hash pega qualquer entrada, uma palavra, um arquivo ou um bloco inteiro de transações, e a embaralha em uma saída de comprimento fixo, o hash. A mesma entrada sempre produz o mesmo hash, mas até uma mudança minúscula na entrada, um único caractere alterado, produz um resultado completamente diferente. Fundamentalmente, a função só corre em um sentido: você não pode reverter um hash para recuperar os dados originais, e é isso que a torna útil para a segurança.
Os hashes estão entrelaçados por toda a cripto. Cada bloco em uma blockchain inclui o hash do bloco anterior, e como qualquer mudança alteraria essa impressão digital, é esse encadeamento que torna a adulteração de registros antigos detectável na hora. A mineração de proof-of-work é, essencialmente, uma corrida para encontrar uma entrada que produza um hash abaixo de um alvo, e os hashes também são usados para derivar endereços de carteira a partir de chaves públicas. Quando as pessoas citam o hash rate de uma rede, elas se referem a quantos desses cálculos ela realiza por segundo.
Para os usuários do dia a dia, o hashing funciona discretamente nos bastidores, mas é uma das peças fundamentais da criptografia que tornam as blockchains seguras e à prova de adulteração. Compreender a ideia de uma impressão digital de mão única faz muitos outros termos, de bloco a hash rate, se encaixarem.
Principais conclusões
- Um hash é uma impressão digital de comprimento fixo produzida por uma função de mão única; a mesma entrada sempre gera o mesmo hash.
- Uma mudança minúscula na entrada altera completamente o hash, e o processo não pode ser revertido.
- Os hashes ligam os blocos entre si, alimentam a mineração de proof-of-work e ajudam a derivar endereços de carteira.
Hash — perguntas frequentes
Por que um hash não pode ser revertido?
Porque as funções de hash são projetadas para serem de mão única: fáceis de calcular para a frente, mas praticamente impossíveis de rodar para trás para recuperar a entrada original. É essa propriedade que torna os hashes úteis para a segurança e para a detecção de adulterações.
Como os hashes protegem uma blockchain?
Cada bloco contém o hash do anterior, então alterar qualquer bloco passado mudaria sua impressão digital e quebraria todos os elos seguintes. A rede identificaria a incompatibilidade imediatamente, o que torna o histórico confirmado extremamente difícil de adulterar.
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